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domingo, 8 de março de 2015

A fundação de Egarfath "Sacovelho"


Saber escolher o melhor local para fundar uma colônia é a arte de decidir se teremos um primeiro ano tranquilo ou caótico. Espero termos escolhido um bom lugar...

Um retrato meu, feito pelo mui amigo Libash
Era o começo da primavera de 1051 da Era dos Mitos. Os relvados estavam viçosos, e os pássaros voltavam do sul. Apenas nas montanhas se via ainda os restos de neve do rigoroso inverno anterior. Eu e meus companheiros atravessávamos a exuberante pradaria, seguindo em direção ao sopé do monte mais próximo. Éramos em sete: eu - Oddïval Chamberbucks, Erush Kadôlator, Phillipe Kûbukozkak, Nish Dogikcatten, Caröllina Sarvesjzokun, Eral Degëltatlosh e Gabjella Ágeshrith, e formávamos a companhia expedicionária Kûbuk Keshan - a "Lança de Chamas", que partiu para fundar uma colônia à serviço do reino de Zaneg Soloz - "A Relíquia da Adoração".
Mapa dos Arredores de Sacovelho
 Após uma lenta subida, finalmente paramos o vagão, estacionado um pouco acima do sopé do monte. Densamente florestado, pareceu-nos o lugar perfeito para fundar a colônia, para fundar nosso futuro. Foi quando percebemos que não sabíamos que nome dar para nossa futura morada. Discutimos por quase uma hora sem que se decidisse nada. Foi quando a velha sra. Degëltatlosh sugeriu que decidíssemos um nome atráves de um velho jogo infantil que consistia em escrever substantivos, verbos e adjetivos em pedaços de papel e tentar formar uma frase escolhendo os pedaços aleatoriamente. Todos concodarmos e retirados os papéis, fundou-se assim o promissor forte

Egarfath

...ou, em língua comum, "Sacovelho".

Nosso primeiro ano requereu muito trabalho e desconforto, mas com a chegada do verão já havíamos conseguido construir um forte razoável. Nossas idéias para grandiosos salões foram adiados com as necessidades urgentes de retirar a carga do vagão, estocar os mantimentos e construir as oficinas, plantações e afins. Escolhemos como a entrada do forte uma pequena entrância na montanha, como uma bacia em meio à um mar rochoso, com uma imponente amendoeira no meio. Era uma visão auspiciosa. E ali fizemos a entrada de "Sacovelho", e muros foram erigidos e os declives nas rochas foram nivelados, de modo que a única entrada fosse pelo portão de pedra no meio da muralha.

Mas apesar de tudo foi um ano tranquilo. Nenhuma invasão de bandidos ou ataque de goblins. Nosso maior inimigo fora a indecisão de nosso líder da expedição, que resultou em situações bastante constrangedoras como a construção de uma ponte levadiça sobre o piso da caverna: Quando içada, qualquer invasor poderia facilmente caminhar pelo corredor até o outro lado. Depois de todo o trabalho para construí-la, nos foi ordenado que ela fosse desmontada para que cavássemos um fosso! A raiva na quantidade de trabalho necessário para a correção desse erro grosseiro nos inspirou e em pouco tempo já havíamos cavado um fosse de quatro níveis de profundidade. Não contente com o erro anterior nosso líder ainda nos mandou cavar um túnel ligando o fundo do poço com um lago próximo e isso quase resultou no meu afogamento e de Kûbukozkak. Felizmente escavamos uma rampa e saímos no último momento, senão, seríamos as primeiras vítimas do nosso próprio fosso.
Isso é que é cavar a própria cova...

No dia 11 de Malachite de 1051 ocorreu a chegada da primeira onda de imigrantes com notícias de nossa terra natal em Hillocks "Elderconstruct" e pavorosos contos sobre infestações de goblins e trolls da Ameaça Maquinal nos campos... Ao menos nosso ânimo melhorou com a chegada do mercador Stinthäd em 10 de Limestone, alegando que nossos esforços eram considerados legendários nas Moradasmontanhesas. Pena que nosso artesão resolveu tirar uma folga e se recusou a preparar quaisquer mercadorias ou artigos que pudéssemos oferecer para negociar, então os mercadores se foram. Pouco depois disso chegaram os imigrantes da segunda onda, já no final do outono.

O inverno chega, e com ele o até então calmo Aban Kolsosad se retira do convívio conosco e começa a perambular pelos cantos, falando sozinho sobre loucuras insondáveis. Assim que uma joalheria é construída ele imediatamente a reclama pra si. Assustados, nossa primeira providência foi instalar uma porta de madeira sólida na oficina e trancá-la, pelo menos até que possamos fornecer os malditos tecidos e as gemas que Aban não para de rabiscar nas paredes. Loucos podem ser perigosos...

Cerca de mês depois Kolsosad fica completamente insano e hostil, e tivemos de trancar a porta de sua oficina. Ver ele enlouquecer porque não conseguiu as gemas que rabiscava nos fez perceber que gastamos tempo demais na infraestrutura do forte, mas não dedicamos nada para a construção de uma mina, uma das principais atividades econômicas dos anões. E assim começamos nossa profunda escavação nas entranhas da terra, encontrando nossas primeiras cavernas. Foi uma grande alegria após a tristeza pelo mal que se abateu sobre nosso companheiro, afinal, diante do prospecto de tamanhas fortunas, o que poderia possivelmente dar errado?

Abaixo, alguns rabiscos da planta do forte como estava no final do inverno de 1051 da Era dos Mitos:
A - Pátio da almendoeira, na entrada;
B - Ponte levadiça e sala de controle do mecanismo de içamento;
C - Entreposto comercial;
D - Plantações internas;
E - Depósito geral;
F - Oficinas, ateliês e manufaturas;

A - Fosso da ponte levadiça;
B - Salão central;
C & D- Depósito dos materiais das oficinas acima;
E - Salão de Banquetes;
F - Depósito de madeira;

A - Final do fosso;
B - Dormitórios;

 A - Construção inacabada do bloqueio e guarda da entrada das minas;

A - Dormitório e depósito de alimentos das minas;
B - Caverna inexplorada;

The foundation of Egarfath "Oldsack"

Knowing how to choose the best place to found a colony is the art of deciding whether we will have a peaceful or chaotic first year. I hope we have chosen a good place ...

A portrait of me, made by my old fellow Libash
It was the early spring of 1051 the Age of Myths. The lawns were lush, and the birds returning from the south. Only in the mountains is still saw the snow remains of strict previous winter. I and my companions crossed the lush prairie, proceeding toward the foot of the nearest hill. We were seven: I - Oddïval Chamberbucks, Erush Kadôlator, Phillipe Kûbukozkak, Nish Dogikcatten, carollina Sarvesjzokun, Eral Degëltatlosh and Gabjella Ágeshrith, and we formed the expeditionary company Kûbuk Keshan - the "Burning Spear", which set out to found a colony to service the kingdom of Zaneg Soloz - "the Relic Worship."
Map of the surroundings of Oldsack
 After a slow climb, finally stopped the car, parked a little up the hill from the foot. Densely forested, it seemed the perfect place to found the colony to found our future. That's when we realized that we did not know what name to give to our future home. We discussed for nearly an hour without being decided nothing. That's when old Mrs.. Degëltatlosh suggested that we decided one by the name of an old children's game that was to write nouns, verbs and adjectives on pieces of paper and try to form a sentence by choosing the pieces randomly. All concodarmos and removed the papers, thus founded our promising fortress

Egarfath

...or, in common speech, "Oldsack".

Our first year required a lot of work and discomfort, but with the arrival of summer we had managed to build a strong reasonable. Our ideas for grand halls were postponed to the urgent needs removing the wagon load, store the supplies and build workshops, plantations and the like. Chosen as the fort's entrance a small indentation on the mountain, like a bowl in the middle of a rocky sea with a towering almond tree in the middle. It was an auspicious vision. And here we input "Sacovelho" and walls have been erected in the rock slopes and were leveled such that the only entrance gate of the stone was in the middle of the wall.

But after all was a quiet year. No invasion of bandits or goblins attack. Our biggest enemy off the indecision of our expedition leader, resulting in very embarrassing situations such as building a drawbridge on the cave floor: When hoisted, any attacker could easily walk down the hall to the other side. After all the work to build it, we were ordered her to be removed so that cavássemos a moat! Anger in the amount of work required to correct this gross error in the inspired and before long we had already dug a were four levels deep. Not content with the previous error still our leader told us to dig a tunnel connecting the bottom with a nearby lake and this almost resulted in my drowning and Kûbukozkak. Fortunately dig a ramp and went out at the last moment, but we would be the first victims of our own moat.
That's digging his own grave ...

On 11 Malachite 1051 was the arrival of the first wave of immigrants with news of our homeland in Hillocks "Elderconstruct" and gruesome tales of goblins and trolls infestations of mechanical Threat in the fields ... At least our spirits rose with the arrival of Stinthäd merchant on 10 Limestone, claiming that our efforts were considered legendary in Moradasmontanhesas. Too bad our craftsman decided to take time off and refused to prepare any goods or articles that we could offer to negotiate, then the merchants are gone. Shortly after that came the immigrants of the second wave, at the end of autumn.

Winter comes, and with it the hitherto peaceful Aban Kolsosad withdraws from living with us and begins to roam the corners, talking to himself about unfathomable follies. Once a jewelry store is built it immediately calls to himself. Frightened, our first step was to install a solid wood door in the workshop and lock it, at least until we can provide the damn tissues and gems that Aban not to scribble on the walls. Crazy can be dangerous ...

About month later Kolsosad is completely insane and hostile, and we had to lock the door of his workshop. Seeing him go crazy because not got the gems that scribbling made us realize that we spend too much time on strong infrastructure, but not dedicated nothing to build a mine, one of the main economic activities of the dwarves. And so began our digging deep in the bowels of the earth, finding our first caves. It was a great joy after sorrow for the evil that has befallen our fellow, after all, before the prospect of such great wealth, what could possibly go wrong?

Below are some blueprint scribbles of the fortress as it was in late winter of 1051 of the Age of Myths:
A - Courtyard with almond tree at the entrance;
B - Drawbridge and control room of the lifting mechanism;
C - Commercial Outpost;
D - Internal Plantations;
E - General Depot;
F - Workshops and manufacturing;

A - Ditch the drawbridge;
B - Central Hall;
C & amp; D- deposit materials of the above workshops;
E - Banquet Hall;
F - wood storage;

A - Pit' bottom;
B - bedrooms;

 A - unfinished construction lock and guard the entrance of the mine;

A - Dormitory and food warehouse mines;
B - unexplored cave;

Um comentário:

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